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Abraçar: sim ou não?

"Aqueles que desejam entrar na vibração de quinta dimensão devem estar dispostos a deixar todas as tradições e hábitos culturais da terceira

dimensão, os quais não os apoiarão na dimensão que buscam.


Na nossa cultura cumprimentamo-nos com um gesto de amizade:

juntamos as palmas das nossas mãos, tocamos a área do nosso chacra

cardíaco, conectamo-nos através dos olhos com essa pessoa de coração a

coração, inclinamos suavemente a cabeça e sorrimos.

Nem sempre precisamos dizer algo em voz alta. As palavras podem ser tão simples quanto uma mensagem telepática como “Que a paz esteja com você”, ou

semelhante.

O amor e a aceitação são enviados mutuamente e recebidos através do coração.

Isso é tudo o que é necessário para demonstrar o nosso amor e honrar as

pessoas que encontramos.


Na nossa dimensão consideramos uma grande honra poder tocar alguém além dos membros da família e não fazemos isso com muita frequência.

Isso acontece somente quando há uma razão especial e "sempre" com permissão. Essa também é a prática na maioria das civilizações galácticas. Não temos a necessidade de nos tocar como têm na vossa dimensão.

Isso também devem integrar, se desejam entrar em uma vibração

mais elevada. Não estamos a tentar mudar as vossas culturas ou tradições.

Apenas queremos que tomem consciência de que existe um caminho mais elevado, e são livres para aceitá-lo ou não.

Estamos a pedir que a partir de agora honrem aqueles que não querem mais envolver-se nessas práticas, a fim de manterem a sua vibração espiritual e energia em um nível que seja confortável para eles.

É a carência e a falta de amor-próprio que os levam sempre a desejarem

fazer essa troca de energias com outros. Não tem relação com amor;

simplesmente tornou-se um hábito cultural.

(...)


Não importa o quão amorosas e bem-intencionadas estas trocas são, uma pessoa ganha energia e outra a perde.

Não pode ser evitado, a menos que ambos tenham o mesmo nível de energia espiritual.

Você não sabe qual é o nível de energia quando encontra alguém novo, ou mesmo alguém que já conheça, não é?!


Adama

extraido do livro Telos, de Aurelia Louise Jones








 
 
 

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