Amunátis convida a ir às origens
- madalena almeida

- 15 de dez. de 2025
- 4 min de leitura
Atualizado: 2 de abr.
Amunatis convida-me a ir mais atrás, às origens.
Ele identifica uma civilização ancestral como AMON RÁ (os que vieram do grande Sol). Algo muito forte vibrou em mim e na minha cabeça surgiu imediatamente a palavra Egipto.
Egipto sempre foi o lugar que mais me fascinou e despertou a minha curiosidade. A primeira vez que tive oportunidade de viajar foi, obviamente, para o Egipto. É um lugar quase mágico onde o passado se mistura com o agora e no entanto tudo continua um mistério. Há tanto para descobrir ali. Claro que o nome Amon Rá me soou familiar.... Rá o Deus do Sol?
Amunatis refere que o conhecimento dessa civilização terá ficado semeado por todo o planeta. Todo o conhecimento das grandes civilizações – Egipto incluído - terá sido resgatado dessa primeira civilização. Esta informação contraria o que li em vários sitos da net. A informação difundida pela net diz que o conhecimento no Egipto é resultado do conhecimento dos Atlantes que se teriam refugiado lá depois da queda da Atlântida.
No entanto, a cada dia que passa são descobertos em várias partes do planeta construções semelhantes, lendas semelhantes... muitas coisas que não conseguimos explicar.
Tal como no inicio deste meu percurso, as duvidas acumulam-se. A cada dia que passa fico com mais questões mais duvidas... mas agora sei que preciso ser paciente e que a informação lentamente irá chegar. Sou eu que preciso estar pronta para a aceitar.
Com o estudo sobre Lemúria percebi que existem várias civilizações que consideramos extintas que continuam a habitar neste planeta, em cidades intra-terrenas, intra-oceânicas, mas em dimensões diferentes.
As tribos antigas, os índios sempre falaram do mundo de cima, do mundo meio e do mundo de baixo. E nós – os que nos consideramos muito avançados - sempre fizemos questão de dizer que não passavam de disparates. Ainda olhamos para o passado da Humanidade como um lugar de “seres primitivos” – e sempre que descobrimos algo ultrapassa a nossa tecnologia actual atribuimos tudo aos extra-terrestres.
Nós temos o conhecimento de muitas eras, de muitas civilizações. Afinal, nós somos os ET que tanto nos fascinam.
Já repararam que actualmente o tema OVNI/UFO já não refere apenas extra-terrestres? Falam de inteligências não humanas. Tudo se abriu para abranger os que estão fora mas também os que estão dentro. Os intra-terrenos e os que coexistem em realidades paralelas.
A informação continua a chegar e Amunatis refere um período tão longínquo que parece absurdo e ainda sinto alguma/muita dificuldade em aceitar e até partilhar.
As mudanças estão a ocorrer de forma muito rápida em todo o planeta. As pessoas começam a colocar em causa a sua forma de viver.
Cada vez sinto mais curiosidade em saber mais sobre antigas civilizações. Muitas delas desapareceram quase misteriosamente. No entanto, talvez as mudanças climáticas periódicas que o nosso planeta foi sofrendo não sejam a unica justificação para a extinção de tantas civilizações e de tanto conhecimento.
Agora que aceito que algumas dessas civilizações continuam connosco, numa outra vibração, numa outra realidade, talvez o que o que nos está a ser pedido seja um trabalho interior profundo. O planeta vai mudar o que precisar mudar – desertos voltarão a ser oceanos, florestas voltarão a ser desertos…. E nós? Precisamos subir de vibração, elevar consciência…
O nosso futuro depende da aprendizagem e aceitação do nosso passado, da nossa ancestralidade.
Talvez as fantásticas civilizações que nos antecederam não tenham sido extintas vitimas da sua própria ganancia e má conduta. Vemos sempre tudo pela negativa. Talvez tenham escolhido evoluir, vibrar de forma mais elevada e continuem aqui connosco prontos a ajudarem a que façamos o mesmo.
A grande questão que nos é colocada é: querem evoluir?
Podemos escolher não o fazer e começar tudo de novo..... ou podemos passar à fase seguinte.
Neste momento tudo nos pede para olharmos para dentro, para fazermos as melhores escolhas. Largar, deixar sair, curar tudo o que não faz parte da nossa essência - o julgamento, a raiva o medo e tantas outras coisas. Tomar consciência de que o trabalho é individual - passar pelas experiências mais exigentes e perceber que somos apenas nós que as provocamos, que as atraímos para podermos ver em nós algo que precisa ser visto e libertado.
O trabalho é constante, diário e deve estar presente em todos os momentos do nosso dia.
Como posso ser um humano mais compassivo?
Como posso contribuir para a evolução de consciência global da humanidade? Tudo começa em mim. .
Perceber que não existe distinção entre mim e o outro. Como posso tornar-me um ser humano melhor com a atitude do outro por vezes tão agreste?
Podemos todos fazer a mudança em pequenos gestos e com os nossos pensamentos em publico mas principalmente em privado.
Acredito que o planeta caminha para mais uma das suas mudanças.
Cabe a cada um de nós mudar individualmente para que a nossa mudança possa "contaminar" a humanidade.
Quando comecei a falar sobre Lemurianos transmiti a mensagem que me foi passada - a de que eles aguardam o momento para se juntarem a nós.
Neste momento acredito que muitas civilizações ancestrais continuam no planeta com vontade de partilharem conhecimento e sabedoria para nos ajudarem a ampliar consciência, a vibrar mais alto.
Não estamos sozinhos no Universo é algo que ainda nem todos aceitam... mas talvez o mais dificil seja aceitar que não estamos sozinhos neste lindo planeta.
Precisamos caminhar juntos.
Madalena Almeida





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