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FCM é responsabilidade e maturidade

Atualizado: 2 de abr.

Neste final e inicio de ano aproveitei para rever os episódios Star Wars. Há algo naquela história que me comove profundamente e, ao mesmo tempo, me dá uma força enorme para continuar.


Existe o lado escuro e existe a luz? Sim, existem.

Mas queremos continuar a viver com medo do escuro, como crianças?

Constantemente a fazer proteções, a defender-nos, a reagir?

Eu não quero. Eu não aceito isso para mim.

Aquilo em que acredito — e que a Física da Consciência Multidimensional nos convida a viver — é o alinhamento: o que pensamos, o que sentimos e o que fazemos precisam de estar alinhados.

E é preciso coragem para assumir quando esse alinhamento não existe.

Nesses momentos, não é apontar fora, não é justificar, é parar.

Parar e usar as técnicas que conhecemos para regressar ao alinhamento.

Na FCM, nunca senti que o “tratamento” fosse cumprir um programa diário automático, uma espécie de “chapa um”. Para mim, isso assemelha-se a orações ditas sem presença, sem sentir o seu conteúdo.

Há dias em que precisamos de trabalhar uma coisa. Noutros dias, outra completamente diferente.

Eu uso a FCM em mim várias vezes ao longo do dia: quando perco a paciência, quando ouço algo que me magoa, sempre que sinto que estou desalinhada.

O trabalho é sempre em mim. Não existe “o outro” a quem atribuir culpa. O outro mostra o quer precisamos curar em nós.

Tudo o que me acontece é resposta à minha energia interna, aos meus pensamentos, às minhas decisões. Se não gosto do que estou a viver ou do que estou a ver, cuido em mim, sempre em mim.

Este é um trabalho diário. Ninguém pode fazê-lo por nós.

Estar na FCM é estar em estado de alerta permanente. Não alerta aos outros, nem aos “escuros”. Mas alerta ao que pensamos, ao que sentimos, ao que fazemos e até às nossas expectativas.

Alerta à manipulação, sim. Sobretudo à manipulação que fazemos a nós próprios.

E à que permitimos, muitas vezes, através do excesso de elogios ou validação externa.

O foco no momento presente é o caminho.

A pergunta fundamental é sempre a mesma: O que estou a emitir para isto estar a acontecer na minha vida?

Para mim, esta é a melhor proteção possível.

Talvez por tudo isto a Física da Consciência Multidimensional não seja uma “terapia popular” e ainda pouco utilizada. Quando mergulhamos na FCM sabemos que de nada adianta colocar a culpa nos ancestrais, nos chefes, nos companheiros, nas circunstâncias.

A FCM exige responsabilidade. Exige maturidade. Exige assumir que tudo depende de nós.

E é precisamente por isso que, para mim, ela é tão verdadeira.

Em jeito de Star Wars… May the Force be with you


Madalena Almeida Jan.2026



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