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O Estágio do Sistema Solar — A Era de Formação do Planeta

Atualizado: 23 de jun. de 2025

(657.4) 57:6.1 Subsequentemente ao nascimento do sistema solar, seguiu-se um período de diminuição do derrame solar. Durante outros quinhentos mil anos, o sol continuou, decrescentemente, a derramar volumes sempre mais reduzidos de matéria no espaço adjacente. Mas, durante tais etapas primordiais de

órbitas erráticas, quando os corpos circundantes aproximaram-se ao máximo do sol, o sol-mãe foi capaz de recapturar uma grande porção desse material meteórico.


(657.5) 57:6.2 Os planetas mais próximos do sol foram os primeiros a ter as suas rotações desaceleradas pela fricção devida ao efeito da gravidade tipo maré. Essas influências gravitacionais contribuem também para a estabilização das órbitas planetárias, pois atuam como um freio sobre a velocidade de rotação em torno do eixo planetário, levando um planeta a girar sempre mais devagar, até que essa rotação axial cesse, deixando um hemisfério do planeta sempre voltado para o sol ou para o corpo maior, como é ilustrado pelo planeta Mercúrio e pela Lua, a qual gira sempre com a mesma face voltada para Urântia.

(...)

(658.3) 57:6.6 Há quatro bilhões de anos, presenciou-se a organização dos sistemas de Júpiter e Saturno, quase como são observados hoje, à exceção das suas luas, que continuaram a ter o seu tamanho aumentado durante vários bilhões de anos. De fato, todos os planetas e satélites deste sistema solar estão

ainda crescendo, por causa de uma contínua captação de meteoros.


(658.4) 57:6.7 Há três bilhões e meio de anos, os núcleos de condensação dos outros dez planetas estavam bem formados; e os núcleos da maioria das luas estavam intactos, embora alguns dos satélites menores se hajam unido, mais tarde, para formar as luas atuais maiores. Tal idade pode ser considerada a

era da formação planetária.


(658.5) 57:6.8 Há três bilhões de anos, o sistema solar estava funcionando quase como hoje o faz. Os seus membros continuavam a aumentar em tamanho, à medida que, em um ritmo prodigioso, os meteoros do espaço afluíam aos planetas e seus satélites.


(658.6) 57:6.9 Por volta dessa época, o vosso sistema solar estava colocado no registo físico de Nébadon e tinha já o seu nome, Monmátia.


(658.7) 57:6.10 Há dois bilhões e meio de anos, os planetas haviam aumentado imensamente o seu tamanho. Urântia era uma esfera bem desenvolvida, com cerca de um décimo da sua massa atual e estava ainda crescendo rapidamente por absorção de meteoros.


(658.8) 57:6.11 Toda essa tremenda atividade é uma parte normal da edificação de um mundo evolucionário da ordem de Urântia e constitui a parte preliminar astronómica para o estabelecimento do cenário que é o começo da evolução física dos mundos do espaço, na preparação para as aventuras da vida no tempo.


extraido do Livro de Urântia



 
 
 

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