Quando damos, recebemos de facto em troca - A Nona Revelação
- madalena almeida

- 7 de jul. de 2025
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Atualizado: 27 de fev.
"Segundo a nona revelação, à medida que formos aprendendo a evoluir e a seguir os nossos respectivos caminhos, verdade após verdade, a cultura humana em geral sofrerá uma transformação muito previsível.
Quando atingirmos a massa critica e as revelações começarem a ser difundidas a uma escala global, a raça humana começará por atravessar um período de intensa introspeção. Compreenderemos como o mundo natural é realmente belo e espiritual a natureza do mundo.
Olharemos para as árvores, para os rios e para as montanhas como para templos de grande poder, a preservar com reverencia e admiração. exigiremos o fim de toda a atividade económica que ameace esse tesouro.
E os que estiverem em contacto mais direto com essa situação vão encontrar soluções alternativas para o problema da poluição, porque decerto alguém intuirá essas alternativas, ao procurar a sua própria evolução.
Tudo isto fará parte da primeira grande mudança que vai ocorrer. Ela vai provocar nas pessoas um movimento espectacular de mudança de ocupação, porque quando as pessoas começarem a receber intuições claras sobre quem de facto são e sobre aquilo que devem fazer, muitas vão descobrir que andam a dedicar-se à actividade errada e vão ter de passar a exercer outra profissão para poderem continuar a evoluir.
O Manuscrito diz que durante esse período as pessoas irão mudar de ocupação várias vezes durante a vida.
A mudança seguinte será a automatização da produção de bens. Para as pessoas responsáveis por esse processo, ou seja, os técnicos, isso significará como que uma necessidade de dirigir a economia com mais eficiência. Mas à medida que as suas intuições se forem tornando mais claras, irão descobrir que o que a automatização faz realmente é libertar tempo para cada um, para que todos possamos entregar-nos a outras tarefas.
Entretanto, todas as pessoas vão seguir as suas próprias intuições, nas suas respectivas profissões, e desejar dispor de mais tempo livre.
Vamos aperceber-nos de que a verdade que temos para dizer e as coisas que temos para fazer são demasiado singulares para poderem processar-se num ambiente habitual de trabalho. Por isso, descobriremos maneiras de reduzir o nosso horários de trabalho a fim de procurarmos a nossa própria verdade. Duas ou tres pessoas ocuparão aquilo que antes era um posto de trabalho a tempo inteiro. Essa tendência fará com que os que perderam o emprego, devido à automatização, tenham mais facilidade em arranjar pelo menos um trabalho a tempo parcial.
- E o que vai acontecer ao dinheiro? Não acredito que as pessoas reduzam voluntariamente os seus rendimentos.
Ninguém será obrigado a fazê-lo. O Manuscrito diz que os nossos rendimentos se manterão estáveis porque as pessoas nos pagarão pela compreensão da verdade que lhes proporcionaremos.
O Manuscrito diz que à medida que formos descobrindo mais coisas sobre a dinâmica da energia do universo, veremos o que realmente acontece quando damos alguma coisa a alguém. De momento, a única ideia espiritual sobre a dádiva é o conceito tacanho de dizimo. Como sabe, a noção que as escrituras têm do dizimo é interpretada sobretudo como uma obrigação. A obrigação de dar 10% dos rendimentos à Igreja. A ideia que esta por detrás desta noção é a de que tudo aquilo que dermos será retribuído num valor muito superior.
Mas a nona revelação explica que dar é, na realidade, um principio universal de apoio, que se aplica não só às igrejas, mas a qualquer pessoa. Quando damos, recebemos de facto em troca, devido a como a energia interage no universo. lembre-se de que quando projetamos energia para alguém estamos a criar com isso um vazio em nós mesmos, vazio esse que, se estivermos ligados ao universo, será imediatamente preenchido.
O dinheiro funciona exactamente assim. A nona revelação diz que, uma vez que comecemos a dar constantemente, receberemos sempre mais energia do que aquela que alguma poderíamos dar.
E as nossas dádivas deveriam ir para as pessoas que nos deram a conhecer uma verdade espiritual. Quando aparecem na nossa vida, no momento exacto, e nos dão as respostas de que precisamos, devemos dar-lhes dinheiro. Será assim que começaremos a obter um complemento dos nossos rendimentos e a abandonar mais facilmente os trabalhos que nos limitam.
À medida que for aumentando o numero de pessoas empenhadas nessa economia espiritual, começará a registar-se uma verdadeira mudança para a cultura do próximo milénio.
Teremos passado do estádio em que , fundamentalmente, procuramos encontrar, e passar a exercer, a profissão certa para o estádio em que seremos pagos para evoluir livremente e dar a nossa verdade única aos outros.
Percebemos que toda a historia humana nos preparou para realizar uma evolução consciente. Agora podemos aumentar a nossa energia e experimentar conscientemente as coincidências.
O nosso destino é continuar a aumentar a nossa energia, fazê-la atingir níveis cada vez mais elevados. E à medida que isso acontece, o nível de vibração dos átomos do nosso corpo eleva-se também. Estamos a tornar-nos mais leves, mais puramente espirituais.
A nona revelação diz que à medida que nós, seres humanos, formos aumentando o nosso nível de vibração, algo espantoso começará a acontecer. uma vez atingido um certo nível, grupos inteiros de pessoas vão, de repetente, tornar-se invisíveis aos olhos dos que vibram ainda a um nível inferior. Para estas, as outras pura e simplesmente desaparecerão. Mas, aos membros do grupo, parecerá que ainda aqui estão, só que se sentirão mais leves.
Quando os humanos atingem um nível em que os outros ja não conseguem aperceber-se fisicamente deles é sinal que atravessamos a barreira entre esta vida e o outro mundo, de onde vieram e para irão após a morte.
Esta travessia consciente é o caminho que Cristo descobriu e nos mostrou.
Ele abriu-se de tal modo à energia que se tornou suficientemente leve para poder caminha sobre as aguas. Transcendeu a morte, aqui mesmo, na Terra, e foi o primeiro a fazer a travessia, a transportar o mundo físico para o espiritual."
in "A Profecia Celestina"





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