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Regras para a Magia

Atualizado: 6 de jul. de 2025

REGRA UM

O Anjo Solar se recolhe, não espalha sua força, mas, na profunda meditação,

comunica-se com seu reflexo.

REGRA DOIS

Quando a sombra responde, na meditação profunda, o trabalho prossegue. A luz

inferior é lançada para cima; a luz maior ilumina os três e o trabalho dos quatro prossegue.

REGRA TRÊS

A Energia circula. O ponto de luz, o produto do trabalho dos quatro aumenta e cresce.

As miríades se reúnem em torno de seu calor irradiante até que sua luz decresça. Seu fogo diminui. Então ressoará o segundo som.

REGRA OUATRO

Som, luz, vibração e a forma se misturam e se absorvem e, assim, o trabalho é uno. Ele continua debaixo da lei e nada pode agora impedir o trabalho de ir adiante. O homem respira profundamente. Ele concentra suas forças e afasta de si o pensamento-forma.

REGRA CINCO

Com três coisas se ocupa o Anjo Solar antes que o invólucro criado possa descer: a

condição das águas, a segurança daquele que assim cria e a firme contemplação. Assim se aliam o coração, a garganta e o olho, para o serviço tríplice.

REGRA SEIS

Os devas dos quatro inferiores sentem a força quando o olho se abre; eles são

afastados e perdem seu mestre.

REGRA SETE

As forças duais no plano onde a força vital deve ser procurada são vistas; os dois

caminhos estão voltados para o Anjo solar; os polos vibram. Uma escolha se impõe àquele que medita.

REGRA OITO

Os Agnisuryans respondem ao som. As águas descem e sobem. Que o mago se cuide para não se afogar no ponto onde a terra e a água se encontram. O ponto a meio caminho, que não é nem seco nem molhado, deve fornecer o local de sustentação para seus pés.

Quando a água, a terra e o ar se encontram, aí está o lugar para que a magia se opere.

REGRA NOVE

Em seguida, ocorre a condensação. O fogo e as águas se encontram, a forma se dilata e cresce. Que o mago ponha a sua forma no caminho apropriado.

REGRA DEZ

Quando as águas banham a forma criada, elas são absorvidas e usadas. A forma

aumenta em sua força; que o mago continue assim até que o trabalho baste. Que os construtores externos cessem então os seus labores e que os obreiros internos iniciem o seu ciclo.

REGRA ONZE

Três coisas aquele que trabalha com a lei deve cumprir agora. Primeiro, assegurar-se da fórmula que confinará as vidas na parede envolvente; depois, pronunciar as palavras que lhes dirão o que fazer e aonde levar aquilo que tiver sido feito; e, finalmente, pronunciar a frase mística que o salvará de seu trabalho.

REGRA DOZE

A trama pulsa. Ela se contrai e se expande. Que o mago alcance o ponto médio e assim liberte aqueles "prisioneiros do planeta" cuja nota está certa e corretamente sintonizada com aquilo que precisa ser feito.

REGRA TREZE

O mago precisa reconhecer os quatro; anotar em seu trabalho o matiz do violeta que eles evidenciam e assim construir a sombra. Quando assim se passa, a sombra se veste e o quatro se torna o sete.

REGRA CATORZE

O som cresce. A hora de perigo para a alma corajosa se aproxima. As águas não

feriram o criador branco e nada poderia afogá-lo nem molhá-lo. O perigo do fogo e da chama ameaça agora e, ainda tênue, a fumaça que cresce é vista. Que ele novamente, após o ciclo da paz, apele para o Anjo Solar.

REGRA OUINZE

Os fogos se aproximam da sombra, mas não a queimam. O invólucro de fogo está

completo. Que o mago entoe as palavras que misturam o fogo e a água."


in "Um tratado sobre Magia Branca" de Alice A. Bailey



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