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Tudo inicia em nós...

Na transição 2025 para 2026 aproveitei para rever todos os episódios Star Wars. Há algo naquela história que me comove profundamente e, ao mesmo tempo, me dá uma força enorme para continuar.


Existe o lado escuro e existe a luz? Sim, existem.

Mas queremos continuar a viver com medo do escuro, como crianças? Constantemente a fazer proteções, e a defendermo-nos?


Eu não quero. Eu não aceito isso para mim.

Aquilo em que acredito — e que a Física da Consciência Multidimensional nos convida a viver é o alinhamento entre o que pensamos, o que fazemos e o que sentimos.

E é preciso coragem para assumir quando esse alinhamento não existe.

Nesses momentos, não é apontar fora, não é justificar, é parar.

Parar e usar as técnicas que conhecemos para regressar ao alinhamento.


Na FCM, nunca senti que o “tratamento” fosse cumprir um programa diário automático, uma espécie de “chapa 1”. Para mim, isso assemelha-se a orações ditas sem presença, sem sentir o seu conteúdo.

Há dias em que precisamos de trabalhar uma coisa. Noutros dias, outra completamente diferente.

Eu uso a FCM em mim várias vezes ao longo do dia: quando perco a paciência, quando ouço algo que me magoa, sempre que sinto que estou desalinhada.

O trabalho é sempre em mim. Não existe “o outro” a quem atribuir culpa. O outro mostra o quer precisamos curar em nós.

Tudo o que me acontece é resposta à minha energia interna, aos meus pensamentos, às minhas decisões. Se não gosto do que estou a viver ou do que estou a ver, cuido em mim, sempre em mim.

Este é um trabalho diário. Ninguém pode fazê-lo por nós.


Estar na FCM é estar em estado de alerta permanente. Não alerta aos outros, nem aos “escuros”. Mas alerta ao que pensamos, ao que sentimos, ao que fazemos e até às nossas expectativas.

Alerta à manipulação, sim. Sobretudo à manipulação que fazemos a nós próprios.

E à que permitimos, muitas vezes, através do excesso de elogios ou necessidade de validação externa.

O foco no momento presente é o caminho.

A pergunta fundamental é sempre a mesma: O que estou a emitir para isto estar a acontecer na minha vida?

Para mim, esta é a melhor proteção possível.

Talvez por tudo isto a Física da Consciência Multidimensional não seja uma “terapia popular” e ainda seja pouco utilizada. Quando mergulhamos na FCM sabemos que de nada adianta colocar a culpa nos ancestrais, nos chefes, nos companheiros, nas circunstâncias.

A FCM exige responsabilidade. Exige maturidade. Exige assumir que tudo depende de nós.

E é precisamente por isso que, para mim, ela é tão verdadeira.

Em jeito de Star Wars… May the Force be with you

Madalena Almeida



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