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As minhas formas preferidas de evoluir

Atualizado: 2 de abr.

Hoje quero falar-vos de uma terapia que tem feito parte do meu caminho desde 2017. 


Através do Reiki Iniciei a minha caminhada em 2007. Ao longo dos anos, mergulhei profundamente nesta prática, explorei todas as formas de Reiki que pude encontrar—Tradicional, Psicoterapêutico, Karuna, Seichim...  


Experimentei absolutamente tudo o que me diziam ser possível fazer ou integrar com o Reiki.

A minha parte cética assim o exigia. Porque só depois de ver os resultados acontecerem diante dos meus olhos é que pude acreditar naquilo que ouvia nas formações. E testei de tudo: apliquei Reiki em pessoas, animais, plantas, eletrodomésticos,.. literalmente em tudo.


Nas minhas formações, vi muitas vezes olhares de dúvida quando partilhei exemplos das aplicações do Reiki. E compreendo perfeitamente, porque também eu, no início, terei feito essas mesmas expressões céticas. Mas experimentei, e percebi que sim—era possível, era real.

Ainda hoje sinto que o Reiki é uma porta maravilhosa para iniciarmos a nossa caminhada.

Mas não é Reiki que  me traz aqui hoje.


Para vos falar da terapia que mudou a minha vida, preciso falar-vos alguém que entrou no meu caminho de terapeuta e o virou completamente do avesso colocando muitas das minhas certezas em causa.


Em 2017, conheci Álvaro Costa e a sua terapia, a FCM — um método criado, canalizado, intuído por ele, como quiserem chamar. Esse encontro abalou a minha forma de trabalhar, desafiou algumas das minhas crenças mais profundas e levou-me a experimentar coisas que jamais teria ousado sequer imaginar vir a fazer.

Ao iniciar a FCM, comecei a aprender, de uma forma surpreendentemente simples, a aceitar e a curar muitas das minhas limitações. Foi um processo de libertação: reconhecendo, aceitando e curando feridas antigas, crenças enraizadas desde a infância.


Eu estava habituada a simplesmente enviar energia, confiando na sua inteligência para atuar onde fosse necessário. E continuo a acreditar nisso. Mas hoje sei que há momentos em que é preciso ir além.


Quando conheci Álvaro Costa, via a vida de uma forma muito luminosa, amorosa - era tudo quase angelical.

Então, quando ele começou a falar sobre densidade, magias, limpezas energéticas e temas ainda mais complexos, a minha reação foi de puro desconforto. Encolhia-me, sentia até um certo medo.


Com o tempo, percebi que esse medo era, na verdade, resistência—resistência a mergulhar na escuridão, no meu próprio lado sombra. E foi nesse mergulho que compreendi algo essencial: se queremos fazer um trabalho verdadeiramente sério e profundo, não podemos fugir dessa parte do caminho.


Através da FCM, comecei a lidar com limpezas energéticas, magias, processos densos… e, de repente, percebi que a maioria das pessoas que chegava até mim trazia exatamente esses temas para trabalhar. Um dia, em tom de brincadeira, comentei com Álvaro Costa que, por culpa dele, agora quase todos os meus atendimentos envolviam trabalhar coisas densas.

Ele respondeu algo que nunca mais esqueci:“Antes, como não acreditavas na densidade, fazias apenas metade do teu trabalho. Deixavas a outra metade por tratar.”


Sempre senti medo - um medo real, intenso - daquelas situações em que alguém, de repente, parece mudar completamente, como se estivesse possuído. Isso sempre me apavorou.

Mas, mais tarde, aprendi com Álvaro Costa a enfrentar e lidar com essas situações de forma simples, utilizando os Círculos do Tempo e acedendo às linhas do tempo da pessoa.

Hoje sei que podemos ser canais, receber informação e contactar com outras consciências sem nos perdermos ou anularmos. E sei também que aqueles que passam por essas experiências de perder o controlo sobre si próprios precisam de ajuda.  Ainda hoje, vejo situações dessas acontecerem só que agora já não sinto medo.


Há inúmeros casos que poderia contar, mas partilho apenas um exemplo muito simples.

Durante uma formação de FCM em Lisboa, uma das participantes avisou-me antes da meditação: "Vou já avisar que, durante as meditações, incorporo e não sei o que pode acontecer."  Noutra altura, essa frase teria sido suficiente para fugir dali para fora. Mas, naquele momento, apenas lhe respondi que não havia qualquer problema. Ativei os Círculos do Tempo necessários e tudo decorreu com total normalidade.


Foi um processo longo—e, ao mesmo tempo, incrivelmente rápido. Na verdade, Álvaro Costa esteve aqui a ensinar FCM pouco mais de um ano.

Mas os conceitos, a simplicidade do método… tudo o que aprendi a fazer,  apenas com uma folha de papel e um lápis, é algo que nunca, jamais, imaginei ser possível.

E sou profundamente grata a Álvaro Costa por isso.

Por nos ter deixado uma ferramenta absolutamente incrível, uma ferramenta que tenho vindo a divulgar e a partilhar com tantas pessoas.

Percebo que aquilo que mais me encantou na FCM - a sua simplicidade e o facto de assumir que o poder de curar e transformar está dentro de mim—é exatamente o que impede muitas pessoas de a utilizarem. Parece-lhes demasiado simples para ser verdade.

Digo sempre aos alunos: experimentem! Usem no dia a dia, nas coisas mais simples.

Ninguém mais do que eu precisa de ver para crer. Mesmo no tempo do Reiki, quando o mestre Carlos Marques dizia que podíamos alcançar certos resultados, eu achava que era impossível, quase uma loucura! Mas testei tudo o que ele dizia ser possível… e só assim obtive provas de que a energia funciona.


Com a FCM, é exatamente a mesma coisa.


Se não dermos pequenos passos e não praticarmos todos os dias—connosco próprios, com as plantas, os animais, enviando luz, amor e compaixão para os povos, para o planeta, para a humanidade—nunca vamos perceber o poder que realmente temos.

Acredito que vivemos num tempo em que precisamos assumir a responsabilidade por tudo aquilo que acontece na nossa vida, pelo estado da nossa vida.

Chega de nos vermos como marionetas, como se não tivéssemos qualquer poder sobre o que acontece. Chega de esperar que alguém faça tudo por nós, que nos salvem, que tomem conta de nós.

Dizemos que temos uma centelha divina dentro de nós, mas, quando vamos começar a agir em conformidade?

Quantos séculos mais precisaremos para finalmente assumir essa divindade em nós?

Há tanto para  trabalhar e transformar!


Um pequeno exemplo.

Se eu tenho medo de falar em público e sinto que sou uma péssima comunicadora, com a FCM posso aceder a linhas do tempo onde já fui uma excelente comunicadora. Posso resgatar essa energia, porque ela também faz parte de mim. E o mais incrível? Qualquer aluno apenas com o Módulo 1 consegue fazer isso.

Se tenho medo de algo -  todos temos medos, porque eles fazem parte da vida -  podemos ir curando, um por um.  


Se carrego uma tristeza profunda, posso ir transmutando essa tristeza em alegria.

Durante muitos anos, várias pessoas me diziam que eu tinha sempre um ar  muito triste, e confesso que já estava cansada de ouvir isso. Um dia, decidi trabalhar com a FCM a minha criança interior, para que a Madalena adulta pudesse expressar mais alegria. Não foi de um dia para o outro, exigiu persistência. mas aconteceu. Mas sei que todos temos 5 minutos por dia para tratar de nos próprios. 


Além da simplicidade, há outro ponto que muitas vezes é visto como um desafio na FCM: a ausência de protocolos rígidos.  Eu nunca gostei de abordagens fechadas, onde me dizem: "Tens de fazer assim, assim e assim." Preciso de espaço para explorar, para perceber por que razão se faz de determinada maneira e para encontrar o meu próprio caminho até ao resultado.  A FCM permite exatamente isso. Tem inúmeras ferramentas, mas não impõe fórmulas fixas.


Cada ser humano é único. As razões que levam alguém a determinado bloqueio ou dificuldade são diferentes para cada pessoa. Então, se encontro uma situação na pessoa A posso usar uma abordagem; se encontro a mesma situação na pessoa B, a solução poderá será outra. O importante é adaptar, sentir e perceber o que cada situação requer.


Por isso na FCM, dou orientações, mas cabe a cada aluno explorar todas as ferramentas ao seu dispor para encontrar a melhor solução. Precisamos  ser criativos!   E essa é uma das grandes riquezas da FCM: incentivar a criatividade no processo de cura e transformação.


Na FCM, trabalhamos também com cristais—cristais etéricos—com sons e com técnicas onde podemos aceder ao registo akáshico. É uma terapia que não consigo deixar de ensinar nem de usar. Faz parte dos meus dias.


Vou partilhar um pequeno exemplo.

Um dia, numa das minhas viagens de metro, reparei numa jovem sentada à minha frente. Era muito bonita, mas carregava no olhar uma tristeza profunda, como se suportasse o peso do mundo. Pensei para comigo: "Aquela jovem precisa de um abraço. De uma pequena ajuda."  Ativei algumas ferramentas da FCM para lhe transmitir alegria. Mas, inexplicavelmente, nada aconteceu. Fiquei sem perceber o motivo.  Mas de de repente, um jovem levantou-se, dirigiu-se à porta da carruagem e abriu uma pequena mala. Retirou um cavaquinho e começou a tocar.

Em instantes, não apenas a jovem, mas todas as pessoas à volta esboçaram um sorriso. Toda a carruagem foi inundada por uma energia leve e alegre.  Foi emocionante ouvir a jovem dizer: "Estava mesmo a precisar de algo assim. Adoro música."

Tal como esta situação, muitas outras têm acontecido com a FCM.


Depois da partida inesperada de Álvaro Costa, revi tudo o que ele deixou. Experimentei em mim, li e reli várias vezes o seu livro e, sem que procurasse, acabei por ser conduzida a uma nova terapia.

Dois anos após a sua partida, comecei a receber códigos e instruções para a sua utilização.

Mais tarde, percebi que, no trabalho de Álvaro Costa, já havia referência ao Ser/ Consciência   que me transmitia esses códigos.

Foi então que compreendi que,  de alguma forma, era a continuação do trabalho que ele iniciou.

A consciência que me transmite esses códigos pediu-me que desse um nome a essa nova terapia:  Om Sefirath.


Desde então, iniciei, de forma lenta  o processo de partilha desse conhecimento.

 

Madalena Almeida




 

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